segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O ir I

Bem sei que não sou a única a passar por isto. Sei que não serei a última.
Mas custa tanto!

Os dias a seguir a um fim de semana que foi perfeito são terríveis. A despedida é no mínimo horrível. Parece que me estou a despedir para sempre!

Adoro estar contigo, adoro quando ficas comigo e me agarras como se o mundo fosse acabar amanhã. Quando mostras que sou importante para ti. Quando chegamos à conclusão que juntos somos felizes.

Gosto das palhaçadas. Gosto das brincadeiras. Gosto quando parecemos duas crianças nos dias mais felizes das suas vidas.
Gosto da nossa cumplicidade. Gosto de me sentir feliz... contigo! Gosto de nós.

Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008


Parva mas feliz!
Your smile, your touch, your taste...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Por que nos contentamos com viver a rastejar, quando sentimos o desejo de voar?

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Quanto mais fecho os olhos, melhor vejo...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Loucos e Santos

"....

Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."


Oscar Wilde

domingo, 16 de novembro de 2008

1 ano

Estejas onde estiveres... Saberás que tenho saudades tuas!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Há quem diga...

Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro.

Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

(...)

Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.

Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".


Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.


Elogio ao amor - Miguel Esteves Cardoso

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

'Quando fui para Lisboa, com dois anos, passava os dias a sonhar com o momento em que poderia voltar à aldeia, que era onde eu descobria as pequenas coisas. Subir a uma árvore pela primeira vez! A sensação deve ter sido idêntica à do Edmund Hillary quando chegou ao Evereste e ficou ali especado, no tecto do mundo. Eu agarrei-me com força ao tronco, com medo porque a árvore se movia, mas o mundo era aquilo e não outra coisa.'


A diferença é que quando vim não tinha dois anos.
Não era à aldeia, mas sim à cidade que queria voltar...
E quando tive que me agarrar a alguma coisa... agarrei-me a mim mesma!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Porque a única forma de se conseguir um sorriso é sorrindo também.

sábado, 8 de novembro de 2008






Estive nos recuerdos de Verão.
Apeteceu-me partilhar e dizer que, não desdenhando de ninguém, estas papoilinhas fazem com que me sinta sortuda por lhes ter como Amigas, e são sem dúvida alguma, muito importantes para mim! Por tudo!
Gosto-vos!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.


Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade.


Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.
Hoje estou com aquele meu (mau) feitio que ninguém aguenta.
O chamado feitiozinho de fezes!

Porque há coisas que me deixam mesmo enervada. Irritada. Fora de mim. Porque há coisas que nem deviam existir!

Inspira...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

- O que queres ser quando fores mais velha?
- Quando eu for mais velha quero ser... Feliz!

domingo, 2 de novembro de 2008

Porque eu sei que é assim,
Que os meus sonhos dependem de mim.

sábado, 1 de novembro de 2008

E eu dava tudo para te ter aqui.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Como a música é importante

Há momentos que valem ouro e que são impossíveis de explicar à dimensão do que se sente.
Ri. Ri. Ri... Ri com gosto!
Já disse que adoro a 'Sexta-Feira fim do mês' ?

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Deve ser da chuva.
A crise existencial instala-se.
- Também te vou amar para sempre, sabias?
- Sabia. Também não aceitaria menos que isso desta vez.
- Nem eu te ofereceria menos. Porque vais merecer sempre mais.
- É bom poder gostar de ti novamente. Não voltes a ir embora...
- Sabes o que é melhor ainda? É saber que desta vez não vou a lado nenhum. E se tiver que ir, levo-te comigo.

in
P.S. - I love you, Cecelia Ahern
Em casa, com gripe. Inundada em lenços de papel. Em frente ao computador a tentar adiantar algum trabalho da faculdade. Assim estava a pensar acabar o meu dia de ontem.
Comecei a ouvir vozes que me eram familiares mas tal familiaridade fazia com que pensasse 'não pode ser' quem me está a parecer.

Estranho foi, quando comecei a sentir as vozes cada vez mais perto... e a campainha tocou!

Eram eles! A minha Sardanisca frita e o meu Piruças! A Alice e o Baltasar.
Enormes e cada vez mais espertos, mais inteligentes, mais lindos!


Tinha saudades tuas - Alice.

Nada é perfeito

Há muito que não sabia o que era sentir a dor provocada pela distância.
'Somos fortes', 'vamos conseguir', 'vai tudo correr bem', 'temos que saber lidar com isto'... são as frases mais ditas.
Saber que não é bem assim, saber que estamos a dizê-lo para nos reconfortar a alma. Para nos apoiarmos um ao outro.
Bem sei que os problemas de uns são a alegrias de outros. Sei também que há males piores. Mas custa. Muito!
Custa gostar e não puder partilhar todos os momentos. Custa chegar ao fim do dia e não receber aquele abraço de conforto 'mais um dia que passou'... Custa não te ter aqui comigo! Custa ter saudades e não poder estar contigo na hora.

Porque, às vezes, o mais importante fica por dizer...

Gosto de ti. Gosto muito de ti.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

'Redassão'

'O mano'

Quando eu tiver um mano,

vai-se chamar Herrar,

porque

Herrar é o mano.

Fin

4 de Espadas

Uma vida atribulada pede momentos de repouso, por isso, se se sentir a chegar ao seu limite físico ou psíquico, o melhor será abrandar o ritmo ou mesmo fazer uma pausa.


[A sério? Quem diria...
I don't care!]

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Bem que poderiam vir melhores dias...