quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O presente

Uma especie de missão durante 12 dias...

Todas as noites quando estiveres para adormecer... pensa em mim!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Gostavas de ser minha COLEGA de casa?

Foi sem duvida o modo mais carinhoso que alguém teve de me perguntar: um dia quando tiver a minha casa queres ir viver comigo?

Borboletas... Muitas e cada vez mais!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

E porque assim vamos sendo, mais ou menos e ao mesmo tempo, felizes...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dilema

Sempre ouvi as pessoas utilizarem aquelas expressões do tipo "são preciso dois para dançar o tango", "quando um não quer, dois não fazem" e cada vez começa a fazer mais sentido. Mais sentido no que diz respeito a mim.

Pensava eu que esta coisa de controlar sentimentos era fácil (ahahah) não é. Nada fácil! Não é fácil sentir e calar. Querer e não poder. Poder mas não dever. Não é fácil sabermos de antemão que o sentimento é mutuo mas ao mesmo tempo (por vezes) não parecer nada mutuo.
Tem dias em que parece que estou a viver iludida com algo que jamais passará disto. Outros iludida por achar que algum dia algo evoluirá. E o que sinto no fundo é que não vai passar daqui. E sinto que independentemente de tudo não desgosto de aqui estar. Mas também preciso de mais. Muito mais. 

Mimo. Muito mimo... Sou, definitivamente, uma mimada.
Enquanto conseguir aguentar a "pressão" exigida vou ficando neste meu (nosso?) mundo.

sábado, 8 de outubro de 2011

Heroes & Saints

Por vezes dou por mim assim... sentada no sofá, sem nada me apetecer fazer. Um dia lindo lá fora e eu aqui. Estática por fora e num turbilhão por dentro. Por vezes dá-me uma vontade imensa de escrever a quem tanto mal me fez. A quem causou o maior distúrbio na minha vida. Dá-me vontade de dizer, sim estou bem. Estou bem graças a mim, mas não consigo esquecer todo o mal que me causou. Porquê? Porquê que não me sai da cabeça o facto de estar numa vida tão... boa (ilusão da minha parte, claro!) e de repente "adeus"!

Como já disse variadas vezes não é saudade nem vontade de voltar atrás ou de ouvir arrependimento do outro lado. Não, obrigada! Mas fico a pensar... Bolas, merecia? Depois de tudo... merecia? 

Para quê remoer em algo que já foi, perguntam-me... Sim, de facto, para quê? Talvez porque precise de deitar cá para fora tudo. Toda a mágoa e dor que por vezes sinto, toda a vontade de chorar e gritar que tenho... E para que, de certa forma, consiga viver em paz comigo mesma. Não pude dizer nada disto, nem sequer dirigir uma única palavra a quem tinha de ouvir, ficou tudo entalado estes seis meses que já passaram (seis meses... incrível, eu para aqui com merdas e alguns até casamento já têm marcado!).

Não é rancor. Juro que não é rancor. E no fundo eu estou bem mas f***-**! A falta de chá foi tanta que eu não consigo perceber nem ter capacidade para perceber o porquê!!? E o que me doi mais ainda não é a minha dor, é a dor causada a terceiros...

Fui eu que me iludi durante tanto tempo ou a ilusão começou quando tudo acabou?!

Isto é da musica. Vou desligar...
O tempo e a vida encarregar-se-à de tudo! Assim espero...!

Eternal sunshine of the spotless mind...

domingo, 2 de outubro de 2011


Sentimentos, gestos, sonhos e sorrisos. Ilusões! A alma entende e a boca cala.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Aprendi que... 
ignorar factos não os altera.
... que a vida é dura, mas eu sou mais ainda.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Perdida x Confusa x Desorientada x Apática

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Às vezes pequenas coisas tem efeitos imensos. Palavras, poucas mas secas, que ficam a ecoar na nossa cabeça e a corroer alguma coisa que existe cá dentro. Tentámos perceber a razão mas de cada vez que tentámos ainda nos apercebemos mais de como a reacção foi despropositada.
A lógica diz para não ligar, olhar para outro lado, seguir em frente, pensar em outras coisas, mas o incómodo mantém-se presente, como uma agulha fina que nos vai picando em cada movimento.
Hoje senti-me assim! Ainda me sinto assim! Sentida. Espero que o decorrer do dia torne a agulha romba ou a pele insensível.

domingo, 25 de setembro de 2011

Bom dia Alegria!

Adoro as manhãs de fim de semana com sol. Adoro o fim de semana. Adoro... acordar e sentir este bem estar.
Gosto de não ter qualquer tipo de obrigações.
Gosto de pensar que sou livre. Livre e só. Livre e acompanhada. Livre mas de alguém. Mas Livre! 
Gosto de fazer nada. Gosto deste conforto...

Gosto de mim. Gosto da minha vida. Gosto!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Porque cheiras bem e porque sim!

sábado, 17 de setembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011



...é aquele aroma agradável que dá confiança e que me faz sentir que contigo tudo é possível, de tudo sou capaz e que nada mais existe no mundo.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011


Linda. Maravilhosa.  

And have you tell me whichever road I choose, you'll go?
A Vera Xavier responde sempre aos meus pensamentos.

"Quando não souber que direcção tomar, não tome nenhuma. Pare, pense, deixe o tempo ajudar. Sob pressão cometemos muitos disparates. Calma, tem tempo."

Reformulando: Não tenhamos pressa. Temos tempo.
Não tenhamos pressa. Mas não percamos tempo.
Repito.
Já senti muito a falta de alguém e nunca lhe disse. Já acreditei em pessoas que não valiam a pena e já deixei de acreditar nas que realmente valiam. Já tive crises de riso quando não podia e já chorei até adormecer. Já amei pessoas que me decepcionaram. Já decepcionei pessoas que me amaram.E aprendi que o que importa não é o que temos na vida, mas quem temos na vida! Sou como vidro: se cair quebro, mas se pisarem... corto!

sábado, 10 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

“Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay."

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Elogio ao Amor

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixonade verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão alimesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia aspessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passívelde ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia serdesmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amorcego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, sãouma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nascostas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea porsopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amorfechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor éamor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como nãopode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio,não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não sepercebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor éa nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe.Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amorque se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado,viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se podeceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

Subscrevo. :)



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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Média Definição

Não gosto de acordar de manhã e que me façam perguntas, que me acendam a luz para me acordar. Não gosto de ir ao frigorífico com um enorme apetite de qualquer coisa e não haver. Não gosto de manteiga no frigorífico. Não gosto de sair de casa e não me sentir confortável. Não gosto de saltos altos (mas uso!). Não gosto de roupa escura no Verão e clara no Inverno. Não gosto de chuva. Não gosto que me estraguem o dia com simples palavras escusadas. Não gosto de me deslocar ao Multibanco, ter pressa e ter de esperar por alguém que está a fazer mil pagamentos. Não gosto mais da noite do que do dia.

Não gosto de estar com muitas pessoas e sentir falta de uma. Não gosto de grandes combinações e programações. Não gosto de bacalhau, de ovas e de ser esquisita com a comida. Não gosto de pessoas que acham que o mundo gira à volta delas. Não gosto de mentira e muito menos de cobardia. Não gosto de cusquice. Não gosto que queiram controlar a minha vida. Não gosto de perguntas às quais não tenho obrigação de responder. Não gosto de ficar com coisas por dizer. Não gosto que me digam que sou fria. Não gosto do Domingo, a seguir vem sempre uma segunda-feira. Não gosto de fazer coisas contrariada. Não gosto de cozinhar. Não gosto de pessoas egoístas e interesseiras. Não gosto que me falem por falar. Não gosto quando alguém finge que não me vê. Não gosto da falta de frontalidade que existe nas pessoas. Não gosto de pessoas pessimistas e “coitadinhas”
Não gosto... do que a maior parte das pessoas diz não gostar mas faz! Não gosto que não confiem em mim. Não gosto quando me tentam enganar com uma coisa tão óbvia. Não gosto... de não gostar!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Click

Fez-se o "click" no meu cérebro. Finalmente.

Não me diz nada. Não me afecta na acção em si. Não mexe comigo a nível sentimental. Mas choca-me.
Podia também já nem chocar, é um facto. Mas quanto a isso ainda há-de levar o seu tempo porque não sou de ferro!

Acho incrível. Por tudo!
Isto chegou a um nível de cobardia por parte das pessoas que fico incrédula. Mais incrédula ainda fico quando fui acusada de tudo (tudo!!!!!) e mais alguma coisa e depois vem-se a ver e é isto...

Por tudo isto e muito mais é que digo e direi, enquanto me lembrar, que fui salva por "um Pepino"!

Estou bem, não posso dizer que não. Não sei como explicar o que sinto dentro de mim sem ser mal interpretada mas a questão aqui e o que acho mesmo "altamente" é as pessoas serem ridiculas e acharem que são as maiores. Serem uma merda e acharem sempre que são muito melhor que os outros.
Pior que isto ainda é o facto de acharem que o mundo gira à volta delas e que todos os acontecimentos, palavras acções é porque elas existem!

Vou-me manter assim. Porque faz parte dos meus principios. Mas um dia nada ficará por dizer!

" Por vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas.
O tempo passa e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los realidade!"



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