quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Firmes como o chão que queremos pisar...
Sensíveis como a melodia que insiste em nos tocar...
Inconstantes na hora de caminhar...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Podia. Mas não era a mesma coisa!

Porque se não fosse assim não teria piada (ou era insustentável).
É giro vivermos situações tão diferentes e tão parecidas ao mesmo tempo.  Se não fossem os desabafos que tenho contigo acho que seria mil vezes pior. E o que nos vale é mesmo podermos "parvejar" com o que nos vamos deparando nestes dias. A sorte é que este dia a dia tem os dias contados! (quantos dias faltam mesmo? Não interessa, passa à frente!) Mas sei que quando "isto" passar vamos ter sempre mais qualquer coisa que nos faça investir na nossa "parvoíce natural" .

Vamos continuar assim nesta contagem decrescente...

Ontem...

Escrevo esta mensagem só porque sei que não a vais ler... E porque sei que perceberias o que vou dizer...
Hoje foi um dia difícil para mim. Levei o dia na maior ansiedade de saber o resultado do exame, estava esperançosa confesso... Cheguei lá e senti novamente aquela sensação da ultima consulta: a alma sair e entrar no meu corpo. Sensação estranha. Era do teu abraço que precisava. Ouvi vezes sem conta "Não fique desanimada" "não faça disto uma tempestade" ... Sim tudo bem. Mas faltaram as tuas palavras. O teu aconchego. O teu mimo.

[Guardar em rascunhos...]

De Saber.

Adoro as tuas palavras e tenho saudades do teu sabor...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Fantasminhas brincalhões...
Posso até estar a fazer um filme enorme  e isto ser uma coisa mais que comum, mas que isto é novo para mim é. 
Pior que novo, estranho e difícil de entranhar.
É daquelas coisas que pensamos sempre que só acontece aos outros. Que somos sempre demasiado cuidados e precavidos com todas as situações. Não. Nada está controlado principalmente quando se trata de saúde.

Cuidem-se pessoas. Cuidem-se muito e a todos os níveis!

[Desabafo profundamente angustiado, assustado mas mentalizado]
Quando pensei que já sabia todas as respostas, veio a vida e mudou todas as perguntas...

domingo, 16 de outubro de 2011

Chiuuuu...

Passava pouco tempo das 21:00.
Eis que aparece e dá o ar de sua graça. Meio de fugida como todos estes dias...
Ao chamar-lhe pseudo-qualquer coisa deu-se o nó cerebral e a resposta mais espontânea que conseguiu dar foi esta...

Possas nunnyzinha tens razão mas tem sido assim por agora pode ser que as coisas evoluam....

Ou não.


[Que o medo da solidão se afaste.
Que o convívio comigo mesma se torne, ao menos, suportável.]

Principezinho

Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.

Antoine de Saint-Exupéry
Sometimes it lasts in love but sometimes it hurts instead...

sábado, 15 de outubro de 2011

16:9

De saber.
Eram por volta de um quarto pa nhonha quando num modo assim a medo e meio à pressa li algo como a palavra saudade...

If this ain't love, then what is?

Gosto do modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno voo e cai sem graça no chão...
Cada vez tenho mais a certeza que de nada tenho a certeza. 

E tu a quilómetros de distancia. Queria partilhar o momento contigo e não pude fazê-lo nem por telemóvel. Não é que seja algo de muita importância, mas teve o seu quê de engraçado. Teve aquele toque de mimo que tu e eu sabemos. Aquela incógnita construída só nas nossas cabeças. Sim, só nas nossas cabeças.
Assim tem mais gosto. Assim vai-se vivendo. Vamos sendo nós antes de pensar em mais alguém. Vamos fazendo de cada página, o nosso dia. E, o bom do incógnito, é não poder saltar para a página seguinte porque esta estará sempre em branco à espera que a anterior termine e que possa ser escrita no momento. Porque o (nosso) mundo é o momento.



Não achas que já era tempo de voltares Pseudo-qualquer coisa? 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pseudo-qualquer coisa.
Nunca durma sem saber porque a noite chegou.
Nunca acorde apenas porque a noite acabou.
A vida não pode ser comparada com um abrir e fechar de olhos- A vida dever ser medida com as marteladas da justiça e a sentença de um "adeus" munido de um "até breve".

n' "O presente"

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Silêncio: uma dieta rigorosa


Quando não temos certeza de absolutamente nada, é melhor ficarmos calados. 
Todavia, é preciso calar a boca e o Espírito.

"Se você estiver com o Espírito desnutrido, recomendo uma dieta rigorosa que consiste numa só palavra: silencio. Cale-se diante do que não consegue mastigar! Medite a respeito do que aconteceu. Veja qual foi a sua contribuição e, por fim, cala-se! Cale-se e os pensamentos organizar-se-ão. A ordem da vida é sempre a mesma: fazer escolhas, passar por experiências, adquirir conhecimentos e transmiti-los. A maneira como ordenamos tudo isso, depende de cada um de nós.
Calar-se no momento em que os sentimentos negativos tomam conta do nosso coração é a melhor maneira de seleccionar os alimentos da alma, para depois transforma-los em preciosas palavras.
As palavras são a chave da nossa felicidade.
Sem esse cuidado, a vida não passa de uma acumulação de dias e tudo voltará para nós com o tempo, cobrador implacável.
Descubra-se calado!
Aprenda que mais vale dois pássaros a voar do que um preso no seu coração desnutrido. Nada vale a pena quando o nosso Espírito desconhece o valor das coisas.
Pergunte a si mesmo se vale a pena viver somente para contar os dias e pagar as contas."

n' "O Presente"...
É só um teste à minha capacidade de gerir situações.
É só um teste ao que realmente posso sentir (ou não? ahahahah Ou não, faz-me rir!)
É só a ausência de alguém que, independentemente de tudo, faz  A diferença na minha vida.
São só uns dias Joana Correia.

Que fim de mundo que instauraste na tua cabeça... Mas que fim de mundo tão agradável...

O presente

Uma especie de missão durante 12 dias...

Todas as noites quando estiveres para adormecer... pensa em mim!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Gostavas de ser minha COLEGA de casa?

Foi sem duvida o modo mais carinhoso que alguém teve de me perguntar: um dia quando tiver a minha casa queres ir viver comigo?

Borboletas... Muitas e cada vez mais!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

E porque assim vamos sendo, mais ou menos e ao mesmo tempo, felizes...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dilema

Sempre ouvi as pessoas utilizarem aquelas expressões do tipo "são preciso dois para dançar o tango", "quando um não quer, dois não fazem" e cada vez começa a fazer mais sentido. Mais sentido no que diz respeito a mim.

Pensava eu que esta coisa de controlar sentimentos era fácil (ahahah) não é. Nada fácil! Não é fácil sentir e calar. Querer e não poder. Poder mas não dever. Não é fácil sabermos de antemão que o sentimento é mutuo mas ao mesmo tempo (por vezes) não parecer nada mutuo.
Tem dias em que parece que estou a viver iludida com algo que jamais passará disto. Outros iludida por achar que algum dia algo evoluirá. E o que sinto no fundo é que não vai passar daqui. E sinto que independentemente de tudo não desgosto de aqui estar. Mas também preciso de mais. Muito mais. 

Mimo. Muito mimo... Sou, definitivamente, uma mimada.
Enquanto conseguir aguentar a "pressão" exigida vou ficando neste meu (nosso?) mundo.

sábado, 8 de outubro de 2011

Heroes & Saints

Por vezes dou por mim assim... sentada no sofá, sem nada me apetecer fazer. Um dia lindo lá fora e eu aqui. Estática por fora e num turbilhão por dentro. Por vezes dá-me uma vontade imensa de escrever a quem tanto mal me fez. A quem causou o maior distúrbio na minha vida. Dá-me vontade de dizer, sim estou bem. Estou bem graças a mim, mas não consigo esquecer todo o mal que me causou. Porquê? Porquê que não me sai da cabeça o facto de estar numa vida tão... boa (ilusão da minha parte, claro!) e de repente "adeus"!

Como já disse variadas vezes não é saudade nem vontade de voltar atrás ou de ouvir arrependimento do outro lado. Não, obrigada! Mas fico a pensar... Bolas, merecia? Depois de tudo... merecia? 

Para quê remoer em algo que já foi, perguntam-me... Sim, de facto, para quê? Talvez porque precise de deitar cá para fora tudo. Toda a mágoa e dor que por vezes sinto, toda a vontade de chorar e gritar que tenho... E para que, de certa forma, consiga viver em paz comigo mesma. Não pude dizer nada disto, nem sequer dirigir uma única palavra a quem tinha de ouvir, ficou tudo entalado estes seis meses que já passaram (seis meses... incrível, eu para aqui com merdas e alguns até casamento já têm marcado!).

Não é rancor. Juro que não é rancor. E no fundo eu estou bem mas f***-**! A falta de chá foi tanta que eu não consigo perceber nem ter capacidade para perceber o porquê!!? E o que me doi mais ainda não é a minha dor, é a dor causada a terceiros...

Fui eu que me iludi durante tanto tempo ou a ilusão começou quando tudo acabou?!

Isto é da musica. Vou desligar...
O tempo e a vida encarregar-se-à de tudo! Assim espero...!

Eternal sunshine of the spotless mind...

domingo, 2 de outubro de 2011


Sentimentos, gestos, sonhos e sorrisos. Ilusões! A alma entende e a boca cala.