segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Esta dedico aos meus queridos amigos (ainda) solteiros e com uma enorme vontade de culpar o sexo oposto por tal situação.
São-me chegados e bastante amigos, daí terem o à vontade de dizer o que dizem. Mas como é óbvio, não é por isto que eu deixo de dar a minha opinião e no fundo responder até um bocado torto num modo carinhoso.

"Vocês são todas filhas da mesma mãe!" (isto para não dizer outras frases típicas e piores no que diz respeito à linguagem utilizada e à falta de respeito para com todas as mulheres do Mundo)

Pergunto-me, se nós somos todas filhas da mesma mãe, o que serão os homens? É que existem homens que também desgraçam a vida das mulheres! É que existem homens que não têm mesmo noção de quão complicados são. É que existem homens que acham que por sermos todas filhas da mesma mãe isso vai alterar o facto de mais tarde ou mais cedo caírem nos braços de uma.

Somos complicadas, eu diria até, diferentes, stressadinhas por natureza.... É verdade mas...Quem dera aos homens conseguirem gerir tanta informação ao mesmo tempo (e atenção que isto não é menosprezar, é uma constatação. Algo provado cientificamente!). Quem dera aos homens poder ver nascer de dentro deles algo tão preciso como um filho. Ah! E que só por acaso pode ser SÓ mais uma "filha da mesma mãe".

Ainda assim não consigo dizer "são todos filhos da mesma mãe" porque como em tudo na vida existem excepções!!!

Mas vá, podem continuar a desabafar... porque, é sem duvida, a vossa maneira de desabafar que vos caracteriza (também!). 

Tenho dito.

domingo, 6 de novembro de 2011

De Saber. I

Sensivelmente nhonha'o'clock.
O telemóvel toca e deparo-me com o nome pseudo-qualquercoisa. Instaurou-se a duvida "será engano? será que se passa alguma coisa? Na duvida vou atender (sempre!)

[...]

E ali fiquei, estática enternecida (como não fico com mais ninguém). Ouvi, ouvi, ouvi e quanto mais ouvia mais enternecida ficada...
E estática permaneci vendo-te dormir, a sentir o teu calor, o teu cheiro, a saborear o momento, a matar saudades. E a saber que agora sim, ambos sabemos com o que contar! E que ambos sentimos o mesmo, e o melhor, é queremos o mesmo.

Sabe bem. Sabes bem.
E veio bem a tempo. E ficou bem pertinho de mim.

[E agora vamos aprender a voar...]

sábado, 5 de novembro de 2011


Vem, antes que eu me vá, antes que seja tarde demais. Vem, que eu não tenho ninguém, não quero mais ninguém e quero-te bem pertinho de mim. Vem, que eu ensino-te a voar.
Refugio-me nas minhas próprias teorias para ver se assim consigo convencer-me de alguma certeza criada por mim mesma...!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011



Promise this...

Fugir é o melhor remédio. Definitivamente.

Sinto-me a mais. E quando me sinto a mais... retiro-me!
Tentei. Tentei muito, mais que o normal... mas não consigo. Não sei se lamentavelmente ou não... mas tendo em conta a minha mentalização... sim é de lamentar. Tendo em conta que me sinto perdida e sem saber bem o que quero ou queria, culpabilizo-me por eu própria ter chegado a este ponto.

Raiva. De mim. Da minha cabeça e coração.
Enterneço-me não com facilidade mas com quem merece e nem sempre com a pessoa certa. E se é a certa não dá... e ... e.... e...
Não quero continuar assim, não quero nem posso. É bom quando existe, é mau quando não existe. É foleiro sentir-me assim! Não gosto de me sentir assim. Não vou sentir-me mais assim.

E... para mim chega!

Barcelona ou Londres?



quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Não adianta apressar o tempo. As coisas só acontecem quando realmente têm de acontecer.
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesma...

Acção e reacção, vazante e maré cheia, tentativa e erro, mudança - este é o ritmo de viver. Além de nossa exacerbada confiança, medo; além do medo, visões mais claras, nova esperança. E além da esperança, progresso.




quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A fria para o Gelido

De Saber:
- ...
- Sete meses é muita fruta. Já tive namoros mais curtos!
- És um cu e eu odeio-te!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Apetecia-me estar a olhar para o mar, sentir o frio "de Inverno" a fumar um cigarro, a beber um copo de lambrusco e a contar-te tudo o que tem acontecido na minha vida....

[guardar em rascunhos...]
Por não querer sufocar ninguém,
fico aqui sufocada.
Give me the words
That tell me everything 

In a manner of speaking 
Semantics won't do 
In this life that we live we only make do 
And the way that we feel 
Might have to be sacrified
Eu cuido, corro atrás, peço desculpa sempre que é preciso, preocupo-me. Mas quando eu desisto... é certo que o desapego é para sempre.

[Quem disse que ia ser fácil?]
Aprendi que não devo tratar com prioridade quem me trata como opção.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Ausência de palavras...

As coisas são simples. Tratar os meus sentimentos por coisas faz-me sentir uma pessoa mais fria do que realmente sou. A minha "frieza" não chega a tanto, Gosto de tratar "as coisas" pelos nomes mas o que fazer quando não podemos ou não temos coragem? Nada! (?)
Será que ando a sentir o que não devo e pela(s) pessoa(s) errada(s)? Será que vale a pena sentir-me bem numa hora (horas, dias...) para depois ficar outras tantas horas com a mente em forma de ponto de interrogação?

Vejamos, quando se quer algo material o que se faz? Pede-se ou compra-se.
Quando se quer algo de alguém que nem sabemos qual vai ser a resposta ou se sente o mesmo desejo, vontade de dar ou de receber o que se faz? Nada! E assim vivem as pessoas, na incógnita  do sentir. Não sei se sente, não peço. Não sei se quer, não pergunto. Não sei qual vai ser a reacção, não me mexo. Qualquer dia nem respirar as pessoas respiram com medo. Eu própria faço isto, contra mim falo. Para quê? Para ficar sempre alguma coisa por dizer? Por fazer? Por dar a conhecer?

É bonito dizer-se "um dia de cada vez". Sim, um dia de cada vez quando se fala no estado do nosso pais, quando se fala de um problema, de férias...  E quando se fala de sentimentos? Será possível viver um dia de cada vez sem certezas de nada? Não. Ou sim, por uns tempos. 

Não há remédio. Nem para as pessoas, nem para mim.

[ Que não se guarde nada para uma ocasião especial porque cada dia que se vive é uma ocasião especial.
Que se retire do vocabulário frases como 'um dia destes' e 'qualquer dia'.

Para mim isto sim faz sentido. Não é dizer "um dia de cada vez" mas sim não deixar passar esse dia guardando o que tanto há para dizer!]
Danço. Feita louca e sem motivo. Dançar faz-me esquecer quase todos os meus pseudo-problemas... 
E sabe tão bem não pensar em nada.

One good thing about music, when it hits you, you feel no pain.



Porque se torna complicado saber se digo. Ou se me mantenho calada...

Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias.

Eu também tenho medo, mas não digo nada. Gosto de sorrir para a vida e pensar que tudo vai correr bem, mesmo quando os dias me trocam as voltas e chego à noite estoirada a casa, sem encontrar sentido às coisas.

Margarida Rebelo Pinto 

[Eu também medo. Subscrevo.]
Gostava, assim só um bocado, de nao ficar neste estado. De conseguir controlar-me. Mas não dá... E isto vai-se tornando ridiculo!

[Ridiculo e desesperante. Afinal, gosto de saber com o que posso contar. Ainda que, não possa controlar!]
Fazes-me lembrar a história do principezinho...
"Tu tornas-te eternamente responsável por aquilo que cativas".
Cativas, mimas, encantas... Gosto da tua presença, gosto de estar contigo e de tudo o que fazemos juntos. Independentemente do que tudo isto vá despertando em mim... É bom!

Turistas


- Boa Tarde, que sorte, apanharam um óptimo tempo este fim de semana!

Um óptimo tempo, uma óptima surpresa, um óptimo fim de semana. Porque contigo é sempre assim.
Gostei.

[Gosto de gostar de ti]

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Agora percebo que...

Toda a ansiedade que sentia tinha uma razão de ser. Que faz falta ter alguém num momento menos bom para aconchegar-nos com um simples abraço. Que ninguém está livre de se apaixonar mesmo que não seja essa a intenção nem o que se"precisa" no momento. Que fazer planos não adianta. Que negar sentimentos é como consumar o facto no dia seguinte. Que eu sou o que sou e também não posso negar o meu feitio e defeitos. Que esta sou eu, que este texto é meu e que as conclusões que tiro podem não ser propriamente as melhores mas não são más. Que escrevo porque sinto necessidade, porque há algo que me faz escrever e descrever o que sinto e por vezes o que nem sei sentir.

Que mais que ninguém somos nós que temos de decidir a nossa vida, ouvir o coração e acima de tudo sermos os primeiros a gostar de nós próprios. Que não nos podemos arrepender do que fizemos mas sim do que não fizemos e que vale a pena arriscar. E que a vida, apesar de na maior parte dos dias parecer que não vale a pena, tem dias que nos mostra que vale a pena sim.

Percebo agora que, tinha de passar por tudo o que já passei e que ainda vou passar para conseguir um dia sentir-me realizada comigo própria. E poder interiorizar que, por muito que eu ache que não, mereço ser feliz. E acima de tudo que me respeitem.

Tenho a certeza, apesar de tudo, que (repito) vale a pena viver, basta querer e crer.