quarta-feira, 30 de novembro de 2011

 

Underneath this stillness 
I swim a troubled sea...

And I love you 'cause you know who I am ...

sábado, 26 de novembro de 2011

O que é que eu faço?


Esta instabilidade persegue-me sem que eu possa fazer alguma coisa para mudar. Sem que eu queira mudar algo. Mas ao mesmo tempo querendo mudar tudo.
Quero tudo isto e ao mesmo tempo não quero nada disto.

Sou isto. Todos os dias da minha vida. 


Falta. Porque falta. E eu sei que falta...



Só para afastar esta tristeza
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.

Falta me soltar na noite acesa
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha dor.

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dizê-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

Porque todo ele é poesia,
corre pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.

Falta-me dizê-lo lentamente
falta soletra-lo devagar,
ou então bebe-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
quando a força faltar.

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dizê-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

Porque todo ele é melodia
e porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dizê-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Tenho que ter paciência para não me perder dentro de mim. 
 Vivo perdendo-me de vista.




Porque afinal, o que vale a pena possuir, vale a pena esperar.

Para bom (e único) entendedor meia palavra basta!

Sagres, tu sabes...



Para cá de onde dorme o sol
eu fico todas as tardes
a ver se ele se vai embora e me deixa confiado
as memorias de outrora
em que levantamos tendas
sopramos canções de guerra
semeamos neste terra
novos sonhos que ainda agora
parecem sonhar de novo


Sagres
tu sabes
como se arma um coração
agarramos uma vida
desatamos a paixão
oh sagres
tu sabes
na ponta da solidão


No palco de uma foqueira
entre risos de medronhos
fomos as noites dos lobos
escondidos nas piteiras
e os beijos nao foram poucos
a noite nao tinha céu
o dei nao tinha chão
o tempo nao tinha cara
e o mar tomavanos conta
dos cinco dedos da mão

Sagres
tu sabes
como se arma um coração
agarramos uma vida
desatamos a paixão
oh sagres
tu sabes
na ponta da solidão..

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

HBA

Há coisa de um mês recebi uma carta em casa do hospital, a informar data e hora de um exame. Sei que quando vi a data da consulta pensei logo "isto é o dia da greve geral". Ora se eu estou informada, toda a gente daquele hospital também deveria estar informado que hoje iria haver greve geral. Tudo bem. Não vão deixar de marcar consultas para este dia porque nem toda a gente adere à greve - pensei eu.

Ontem os nervos já se apoderavam de mim, não gosto (como toda a gente devia de detestar) de ir ao hospital. Hoje dirigi-me ao hospital e como é lógico a maior parte das pessoas fez greve. Auxiliares na grande maioria. O grave, pelo menos eu considero, é ouvir da boca de médicos (vários médicos - não todos) presentes, para avisarem as pessoas que não haveriam consultas porque na ausência de auxiliares recusavam-se a deslocar-se à porta e chamar os doentes. (Pessoas que faltam ao trabalho, chegam atrasadas porque têm consulta nesse dia e para ter outra só de hoje a não sei quanto tempo... e até são sujeitos a serem descontados nos seus pequenos ordenados). Já os médicos presentes, não são descontados nos seus enormes salários porque levantaram o rabiosque da cama para se irem sentar no seu gabinete e culpar as pessoas que aderiram à greve por não poderem dar consulta.

E pronto, eu fui das que tirou um dia de férias, sou das que até nem perdeu nada com isso e talvez das que manda menos vir com o "sistema". Mas que perdi três horas da minha vida à espera que me informassem que não haveria consulta, perdi. 

Mero desabafo, porque isto só tem tendência a piorar e nunca a melhorar.
Há pessoas que embora médicos (as) não nasceram para estar no ramo da saúde.

Vou ali ver o mar, respirar fundo e aproveitar o resto do dia de férias que tirei à pala do exame que não fiz. (Sempre me disseram que temos de tirar sempre o lado positivo das coisas!)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Síndrome de Peter Pan.




Só me interessa os passos que tive de dar na vida para chegar a mim mesmo.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Quando fixas o teu olhar em mim e me chamas feia, arrepio-me da cabeça aos pés. Quando me tocas suavemente com essas tuas mãos, tão tuas, com esse toque tão teu... Quando olho para ti e vejo um sorriso sincero, um olhar terno, doce e cheio de carinho faz-me pensar na vida e no quão bom foi passar de uma ilusão para uma realidade. Fazes-me sentir eu.

Quando me pedes para não mudar e continuar assim, com este meu feitiozinho de fezes... leva-me a crer que sou gente, tenho vida e que não é tão má assim... Não sou tão má assim...

Obrigada por tudo!


...
Outras vezes oiço passar o vento,
E acho que só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido.



segunda-feira, 21 de novembro de 2011









E não sei o que sinto,
não sei o que quero sentir,
não sei o que penso nem o que sou...

domingo, 20 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Não sou muito de ligar "ao meu" sexto sentido. Mas quando as coisas começam a bater certo de mais, a coincidir de mais (e eu que não acredito em coincidências...) começo a pensar que afinal o sexto sentido existe. Existe e eu também pressinto.

Queria por momentos ter a certeza que não vou sofrer nunca mais. Que esta vontade imensa que tenho de chorar pela ansiedade que me transborda no peito, desaparecerá um dia. Queria saber, presentir, adivinhar que um dia me irei sentir estavél e feliz.
Feliz sem estabilidade não dá. Estabilidade sem ser feliz também não.
Estavél e Feliz. (E o que é isto?)

Não me (des)iludam. Porque torno-me numa pessoa que não gosto de ser. (Nem quero ser!)
Ou iludida. (?)
Desiludida.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011















“E havia nela um desafio que se resumia em “ninguém manda em mim.”

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ainda me perguntei o porquê de sentir algo estranho em mim.
A data. A estupida data! ...

Dor de cotovelo dói tanto....

Incrível!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011











Fall down seven times,
stand up eight.