Definir é limitar.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Tenho cabeça, coração e respeito-me. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui para viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isto hoje, amanhã já me reinventei. Sou complexa, sou mistura. Perco-me, procuro-me e encontro-me. E quando necessário, enlouqueço e deixo ver... Não me doo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Porque um dia acordo e dou por mim a viver qualquer coisa de muito estranho. Mais estranho é parecer umas vezes real outras que é apenas sonho.
Quando dou por mim a pensar, coisa que não deveria fazer muitas vezes; penso se valerá a pena.
Estou invadida de dúvidas, por muito que nem se note, que não deixe transparecer (porque não quero), estou com a minha cabeça às voltas. (o regresso a casa a um Domingo em que tenho a certeza que os próximos dias serão de uma extrema ausência não ajuda!)
É inevitável. Não consigo evitar pensar. Querer, querer mais. E ao mesmo tempo querer igual. Não sei o que é certo ou errado. Não sei o que conseguirei suportar e o que consigo tornar suportável. Não sei nada. Mas ao mesmo tempo sei que... foda-se! É um estar bem sem estar bem. Que quando há presença passa ao lado, quando existe ausência começa a entranhar de uma forma incontrolável e chega ao ponto de me fazer querer desistir de tudo.
Depois a situação ambígua: pensar em tudo o que já vivi, faz-me querer mais. Pensar na confusão em que fico faz-me querer parar por aqui.
E saber que não vai ser solução para nada porque ao ponto a que cheguei... vai doer!
[Só mais bloqueio cerebral.]
sábado, 14 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Pois. Sim. Estou para aqui com vontade de escrever alguma coisa. Qualquer coisa que demonstrasse o que vai dentro de mim.
Coração apertado. Barriga cheia de vento. Vontade de me refugiar mas ao mesmo tempo que me encham de mimo. Sou tão mimada. Nestes dias regrido e parece que tenho tão pouca idade. Aquela idade que nos permite ter mimo só porque sim. Porque existimos.(Como se isto do mimo tivesse alguma coisa a ver com a idade...)
Mas sim, hoje, adoraria que me mimassem.
Porque sim. Porque existo.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
"Esconde tudo leva o meu cheiro para casa e esconde-o dentro de uma
gaveta, não deixes que ninguém saiba que te quero e te desejo, não
deixes que te falem de mim, não oiças o que os outros te dizem, eles não
estão no meio de nós, ninguém está no meio de nós, só nós é que estamos
aqui, a vida que vivemos é a nossa vida e não a que os outros querem
que seja. Vive cada minuto intensamente e no maior segredo, faz como
aquele poeta que só deixou que as suas palavras fossem lidas depois de
morrer, para que ninguém o julgasse ou pudesse apontar-lhe o dedo.
Guarda-me bem, perto de ti, sempre perto, mesmo que eu não te veja ou tu não me fales, estarei ali, junto de ti. Deixa-me ficar ai, ai ninguém me vê, estou protegida pela discrição da noite, pelo silêncio dos pássaros que já dormem e não nos podem denunciar. Serei uma sombra, um suspiro, um sorriso, uma festa no teu cabelo.
E a minha presença, certa e segura junto ao teu coração, vai-te trazer de volta os sons das nossas conversas, a temperatura das nossas mãos entrelaçadas uma na outra, o sabor da minha boca na tua, o meu olhar dentro do teu como se nunca tivesse partido, como se nunca mais precisasses de voltar a essa estúpida rotina que nos rege os dias e as noites, e nunca mais te sentirás uma pessoa normal, igual às outras, porque é agora que podes ser dono da tua vida e do teu coração, é agora que tudo pode acontecer de outra forma e a vida se transformar em algo que sempre sonhaste!"
Guarda-me bem, perto de ti, sempre perto, mesmo que eu não te veja ou tu não me fales, estarei ali, junto de ti. Deixa-me ficar ai, ai ninguém me vê, estou protegida pela discrição da noite, pelo silêncio dos pássaros que já dormem e não nos podem denunciar. Serei uma sombra, um suspiro, um sorriso, uma festa no teu cabelo.
E a minha presença, certa e segura junto ao teu coração, vai-te trazer de volta os sons das nossas conversas, a temperatura das nossas mãos entrelaçadas uma na outra, o sabor da minha boca na tua, o meu olhar dentro do teu como se nunca tivesse partido, como se nunca mais precisasses de voltar a essa estúpida rotina que nos rege os dias e as noites, e nunca mais te sentirás uma pessoa normal, igual às outras, porque é agora que podes ser dono da tua vida e do teu coração, é agora que tudo pode acontecer de outra forma e a vida se transformar em algo que sempre sonhaste!"
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
O Carro
Porque foi "ali e agora". Porque podia ter sido diferente mas foi da melhor forma. De uma forma boa e eu adorei. Porque rimos, porque choramos (a rir), porque dançamos. Porque iremos continuar a ser mais ou menos e ao mesmo tempo FELIZES.
Porque nada vai mudar mas tudo mudou!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Chega esta altura do ano e é sempre a mesma coisa. Começam os pensamentos, a lembrança de tudo o que se passou durante o ano. Fico triste mas ao mesmo tempo brotam-se sorrisos, porque nem tudo foi mau.
A tendência é surgirem todos os episódios maus que abafam os bons e a nostalgia consome-me. Só me apetece chorar e estar no meu canto. É inevitável. Não consigo controlar isto... Porquê?
Fazendo o resumo do ano tenho a dizer que nunca podemos considerar alguma coisa como dado adquirido nem pensar que tudo é para sempre. E nunca podemos subestimar o destino.
Aprendi muito, cresci muito. Apanhei todas as pedras do meu caminho, tornei-me mais forte.
Hoje sei que venha o que vier e quem vier, estou cá e preparada para tudo.
Agradeço à minha família e aos meus verdadeiros amigos. Sem eles nada seria. Preciso de voces para o resto da minha vida!
E choro... sem razão aparente!
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Perdóname
Para alguns o amor é prático...
Não se pode sentir e falar sobre ele somente
porque o romance e as palavras não alimentam
Para mim não é assim...
o que não me alimenta é o abandono.
E por isso traduzo em mim, palavras de outros
para que as minhas quiçá vãs ou vazias... não deixem dúvidas...
Não se pode sentir e falar sobre ele somente
porque o romance e as palavras não alimentam
Para mim não é assim...
o que não me alimenta é o abandono.
E por isso traduzo em mim, palavras de outros
para que as minhas quiçá vãs ou vazias... não deixem dúvidas...
domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
A pele que há em mim...
Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, p’ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P’ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber…
Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada,
O meu barco vazio na madrugada
Vou-te deixar-te no frio da tua fala
Na vertigem da voz quando enfim se cala.
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