domingo, 5 de fevereiro de 2012
10 de Espadas
"A hora mais escura da noite é justamente aquela que nos permite ver melhor as estrelas."
Qualquer fim, pressupõe um inicio.
Há que compreender e aceitar este facto natural deixando ir o passado.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
"Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão
de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata
trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda
joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem
quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos
dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão
do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou
melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está
estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e
falta coragem até para ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o
desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a
alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse
mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o
arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige
nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao
alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente
paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é
desperdiçar a oportunidade de merecer. Para erros há perdão; para
fracassos, chance; para amores impossíveis, tempo. De nada adianta
cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é
instantâneo ou indolor não é romance.
Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades."
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Amor. Palavra forte e que nunca se sabe quando é oportuno utilizar. Sente-se carinho, cumplicidade, amizade. Sente-se que a outra pessoa é importante e que desperta várias sensações no corpo. Sente-se o coração apertado quando se está longe e sente-se o coração acelerado quando está perto. Amor. Define tão bem numa só palavra tudo o que sentimos e não conseguimos descrever/explicar. Para quê negar (inconscientemente) a realidade? Amor, seja lá a dimensão ou o tipo, é e será sempre AMOR!
[Podia ser outra pessoa a escrever. Mas não... Fui eu.]
domingo, 29 de janeiro de 2012
Mais um dia. Mais umas horas que passaram. Mais uma vez tudo permanece intacto e sem qualquer alteração. Dou por mim impávida e serena como se uma injecção de calmantes me tivessem dado. Sinto estagnar-me na incerteza das coisas. Sinto qualquer coisa que não é normal! E isso não me acalma a mente.
Preciso de descansar o cérebro. Talvez nos próximos dias seja mais fácil.
Um tanto ou quanto parva.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Tenho cabeça, coração e respeito-me. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui para viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isto hoje, amanhã já me reinventei. Sou complexa, sou mistura. Perco-me, procuro-me e encontro-me. E quando necessário, enlouqueço e deixo ver... Não me doo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Porque um dia acordo e dou por mim a viver qualquer coisa de muito estranho. Mais estranho é parecer umas vezes real outras que é apenas sonho.
Quando dou por mim a pensar, coisa que não deveria fazer muitas vezes; penso se valerá a pena.
Estou invadida de dúvidas, por muito que nem se note, que não deixe transparecer (porque não quero), estou com a minha cabeça às voltas. (o regresso a casa a um Domingo em que tenho a certeza que os próximos dias serão de uma extrema ausência não ajuda!)
É inevitável. Não consigo evitar pensar. Querer, querer mais. E ao mesmo tempo querer igual. Não sei o que é certo ou errado. Não sei o que conseguirei suportar e o que consigo tornar suportável. Não sei nada. Mas ao mesmo tempo sei que... foda-se! É um estar bem sem estar bem. Que quando há presença passa ao lado, quando existe ausência começa a entranhar de uma forma incontrolável e chega ao ponto de me fazer querer desistir de tudo.
Depois a situação ambígua: pensar em tudo o que já vivi, faz-me querer mais. Pensar na confusão em que fico faz-me querer parar por aqui.
E saber que não vai ser solução para nada porque ao ponto a que cheguei... vai doer!
[Só mais bloqueio cerebral.]
sábado, 14 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Pois. Sim. Estou para aqui com vontade de escrever alguma coisa. Qualquer coisa que demonstrasse o que vai dentro de mim.
Coração apertado. Barriga cheia de vento. Vontade de me refugiar mas ao mesmo tempo que me encham de mimo. Sou tão mimada. Nestes dias regrido e parece que tenho tão pouca idade. Aquela idade que nos permite ter mimo só porque sim. Porque existimos.(Como se isto do mimo tivesse alguma coisa a ver com a idade...)
Mas sim, hoje, adoraria que me mimassem.
Porque sim. Porque existo.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
"Esconde tudo leva o meu cheiro para casa e esconde-o dentro de uma
gaveta, não deixes que ninguém saiba que te quero e te desejo, não
deixes que te falem de mim, não oiças o que os outros te dizem, eles não
estão no meio de nós, ninguém está no meio de nós, só nós é que estamos
aqui, a vida que vivemos é a nossa vida e não a que os outros querem
que seja. Vive cada minuto intensamente e no maior segredo, faz como
aquele poeta que só deixou que as suas palavras fossem lidas depois de
morrer, para que ninguém o julgasse ou pudesse apontar-lhe o dedo.
Guarda-me bem, perto de ti, sempre perto, mesmo que eu não te veja ou tu não me fales, estarei ali, junto de ti. Deixa-me ficar ai, ai ninguém me vê, estou protegida pela discrição da noite, pelo silêncio dos pássaros que já dormem e não nos podem denunciar. Serei uma sombra, um suspiro, um sorriso, uma festa no teu cabelo.
E a minha presença, certa e segura junto ao teu coração, vai-te trazer de volta os sons das nossas conversas, a temperatura das nossas mãos entrelaçadas uma na outra, o sabor da minha boca na tua, o meu olhar dentro do teu como se nunca tivesse partido, como se nunca mais precisasses de voltar a essa estúpida rotina que nos rege os dias e as noites, e nunca mais te sentirás uma pessoa normal, igual às outras, porque é agora que podes ser dono da tua vida e do teu coração, é agora que tudo pode acontecer de outra forma e a vida se transformar em algo que sempre sonhaste!"
Guarda-me bem, perto de ti, sempre perto, mesmo que eu não te veja ou tu não me fales, estarei ali, junto de ti. Deixa-me ficar ai, ai ninguém me vê, estou protegida pela discrição da noite, pelo silêncio dos pássaros que já dormem e não nos podem denunciar. Serei uma sombra, um suspiro, um sorriso, uma festa no teu cabelo.
E a minha presença, certa e segura junto ao teu coração, vai-te trazer de volta os sons das nossas conversas, a temperatura das nossas mãos entrelaçadas uma na outra, o sabor da minha boca na tua, o meu olhar dentro do teu como se nunca tivesse partido, como se nunca mais precisasses de voltar a essa estúpida rotina que nos rege os dias e as noites, e nunca mais te sentirás uma pessoa normal, igual às outras, porque é agora que podes ser dono da tua vida e do teu coração, é agora que tudo pode acontecer de outra forma e a vida se transformar em algo que sempre sonhaste!"
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
O Carro
Porque foi "ali e agora". Porque podia ter sido diferente mas foi da melhor forma. De uma forma boa e eu adorei. Porque rimos, porque choramos (a rir), porque dançamos. Porque iremos continuar a ser mais ou menos e ao mesmo tempo FELIZES.
Porque nada vai mudar mas tudo mudou!
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