sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Sensações
Só consigo lembrar-me do momento em que te deitaste ao mau lado...
Que colaste o teu corpo ao meu. Quente. Que a saudade era tanta. Que olho para ti, olho bem no fundo dos teus olhos, e tento que, nos meus, leias tudo o estou a pensar. Que sintas o meu coração. Que sintas no meu corpo, a dormência do prazer. Que, no fundo, sintas e fiques com a certeza que sou o que me fazes ser. Que por vezes as palavras não saem, ficam debaixo da língua como quem tem medo de exprimir algo tão sincero mas que pode assustar. Mas que é real. Que gosto.
Nenhuma sensação que me provocas terá palavra que consiga descrever. Prazer é pouco. O teu toque é o teu toque. Não posso negar algo tão bom de sentir.
Tenho, como é "lógico", a sensação que tudo isto é mutuo. Mas se não for. Ao menos sabe bem.
Sensações. Não consigo descrever.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Acabaram-se os segundos.
E tu voltaste.
Tal como eu esperava. Tal como eu queria. Tal e qual o prometido.
Senti algo estranho.
Acho que já não me sei exprimir. Nem demonstrar afecto. Tenho medo, muito medo de me tornar numa pessoa realmente fria. E não conseguir dar a volta por cima. Acho que fizeram de mim isto que sou agora. Mais feliz mas mais ciente, consequentemente menos dada.
(Mais parva?!)
Porque decidi que o meu coração tem de estar calmo. Estável. Protegido. E, por agora... não pode sentir qualquer tipo de dor.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
... dispo. Dispo as palavras até elas ficarem nuas debaixo da língua. Volto-as. Cuspo-as. Sugo-as, sopro-as e
estico-as dos pés à cabeça. Estendo-as no teu peito e faço-as
grandes como uma nave espacial e pequenas como uma criança. Sabes, há dias em que procuro em toda a parte uma
linha onde te possa abraçar...
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Tens-me inteira. De
mansinho me arrombaste as portas da poesia e tarde demais te descobri
passeando por todos os meus cantos, mesmo por aqueles que percorreste
distraído. Quisera conhecer o segredo, a magia que inventaste para me
vencer. Quisera saber de conquista e em ti criar atracção eterna pelo
meu corpo. Nenhuma solução é já possível nenhuma estratégia salvará a
batalha. Só mesmo querer-te deste modo, inquieto e angustiado, esperando
sempre pelo momento em que digas "não" e tudo se acabe como d’antes.
Quero querer-te ainda no fim e que no fim me leves contigo no teu peito,
nos teus dedos me escondas nos teus bolsos me ames se puderes. Olha-me
ainda e mesmo que nada vejas, não me negues, nunca, os teus braços de
ternura, apesar de tudo, ou de nada.
in A paixão serve-se fria.
Perspectivas
"São só alguns segundos!"
E já se passaram 2880 segundos. Já só faltam 11520.
Mas hoje já com mais certezas.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
10 de Espadas
"A hora mais escura da noite é justamente aquela que nos permite ver melhor as estrelas."
Qualquer fim, pressupõe um inicio.
Há que compreender e aceitar este facto natural deixando ir o passado.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
"Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão
de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata
trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda
joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem
quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos
dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão
do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou
melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está
estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e
falta coragem até para ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o
desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a
alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse
mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o
arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige
nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao
alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente
paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é
desperdiçar a oportunidade de merecer. Para erros há perdão; para
fracassos, chance; para amores impossíveis, tempo. De nada adianta
cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é
instantâneo ou indolor não é romance.
Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades."
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Amor. Palavra forte e que nunca se sabe quando é oportuno utilizar. Sente-se carinho, cumplicidade, amizade. Sente-se que a outra pessoa é importante e que desperta várias sensações no corpo. Sente-se o coração apertado quando se está longe e sente-se o coração acelerado quando está perto. Amor. Define tão bem numa só palavra tudo o que sentimos e não conseguimos descrever/explicar. Para quê negar (inconscientemente) a realidade? Amor, seja lá a dimensão ou o tipo, é e será sempre AMOR!
[Podia ser outra pessoa a escrever. Mas não... Fui eu.]
domingo, 29 de janeiro de 2012
Mais um dia. Mais umas horas que passaram. Mais uma vez tudo permanece intacto e sem qualquer alteração. Dou por mim impávida e serena como se uma injecção de calmantes me tivessem dado. Sinto estagnar-me na incerteza das coisas. Sinto qualquer coisa que não é normal! E isso não me acalma a mente.
Preciso de descansar o cérebro. Talvez nos próximos dias seja mais fácil.
Um tanto ou quanto parva.
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