"Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim, nem que eu faça a falta que elas me fazem. O importante para mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível, e que esse momento será inesquecível."
terça-feira, 27 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
"Ainda me Amas?
Quantas vezes um homem pergunta a si mesmo se ainda é Amado por quem Ama? Muitas. Tantas que às vezes perde a noção e começa a perguntá-lo em voz alta.
O problema do Amor é que não vai lá com conversa. Ninguém se convence que é Amado pela via verbal, mesmo que finja que sim. O amor precisa de pele, de carne e de cheiro. Enfim, precisa do corpo. Um bom vendedor pode conseguir vender um pente a um careca, mas não consegue convencer ninguém da sua paixão. A não ser, claro, que ela exista mesmo. Esse é o problema do Amor, embora também seja a sua maior vantagem.
Todas as mulheres o sabem, os homens é que nem por isso. Um homem que pergunta muitas vezes a uma mulher se ela o Ama é por norma um homem inseguro, uma mulher que faz o mesmo a um homem é uma mulher que gosta de ouvir repetidamente aquilo que já sabe. É segura de si, portanto. Nos dias que correm só gosto do Amor que respira silêncio, que é no toque desse silêncio que sinto a sua certeza.
Outra coisa que as mulheres sabem e os homens não, é que é sempre através das palavras que o Amor decide mentir. Nunca através dos gestos. Talvez seja por isso, aliás, que é contra producente um homem exagerar na pergunta "Ainda me Amas?". Pode parecer que se está a querer convencer a si mesmo de qualquer coisa. E as mulheres sabem-no."
Adorei este texto. Por ser exactamente isto!
[Retirado do blog "e'ventar".]
quinta-feira, 22 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Por vezes gostava de ter uma vida diferente, diferente não nas pessoas que fazem parte dela, não da forma como a estou a viver, mas na forma como todos à minha volta e inclusive eu, nos tratamos.
Faz falta alguma simplicidade nas pessoas, na resolução de problemas. Faz falta as pessoas serem mais amigas em vez de se preocuparem em fazer coisas só por que fica bem ou porque sabe que vai agradar. Faz falta agir com o coração.
Faz falta as pessoas serem naturais. Ouvir e dizer algo menos positivo não é mau. E ouvir ou dizer algo positivo é maravilhoso.
Faz falta ouvir um "gosto de ti" todos os dias. Seja de quem for, desde que nos toque no coração.
segunda-feira, 12 de março de 2012
"A" segunda-feira
Consegui !!!
Não fumo desde ontem (sendo muito sincera, custa muito! Mas é psicológico!), hoje comecei no ginásio e adorei! Só fiz aulas, e acho que é o que vou gostar mais, depois da avaliação logo vejo, mas deve ser o que vou fazer sempre!
Tinha de partilhar. Acho que nem eu acreditava que iria conseguir. Mas o que tem de ser tem muita força!
Concluo que ter objectivos é um começo.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Porque, também eu, sou Mulher!
Sou mulher, normal, temperamental. Às vezes, mulher e meia! Outras, menina carente.
Tenho a alma transparente, muitas vezes sou dura, visto armadura de ferro, grito, berro para esconder minha fragilidade.
Sou mulher teimosa, às vezes caprichosa, dona das minhas verdades, desprovida de vaidades. Sou mulher, amiga, por amor compro uma briga, esfacelo-me, desfaço-me em mil pedaços e recomponho-me e...m laços.
Sou mulher à moda antiga, que espera um convite para sair, que chora nos filmes de amor, ou quando recebe uma flor.
Sou apenas uma mulher, intensa, extensa, às vezes leve, às vezes densa, sem perder a essência de ser simplesmente MULHER.
Já que existe... Feliz Dia para TODAS AS MULHERES!!!
Tenho a alma transparente, muitas vezes sou dura, visto armadura de ferro, grito, berro para esconder minha fragilidade.
Sou mulher teimosa, às vezes caprichosa, dona das minhas verdades, desprovida de vaidades. Sou mulher, amiga, por amor compro uma briga, esfacelo-me, desfaço-me em mil pedaços e recomponho-me e...m laços.
Sou mulher à moda antiga, que espera um convite para sair, que chora nos filmes de amor, ou quando recebe uma flor.
Sou apenas uma mulher, intensa, extensa, às vezes leve, às vezes densa, sem perder a essência de ser simplesmente MULHER.
Já que existe... Feliz Dia para TODAS AS MULHERES!!!
quarta-feira, 7 de março de 2012
Hoje foi um dia decisivo para mim.
Sempre tive horror a ginásios. Não sei explicar porquê mas de todas as vezes que pisei um ginásio, não gostei e nunca aparecia no dia seguinte, nem nunca mais.
Tendo em conta que hoje "levei muito na cabeça" que tinha de fazer algo que me deixasse mais motivada para fazer outras coisas, que tinha de deixar de fumar porque para além de só por si fazer mal à saúde, agrava ainda mais qualquer problema de saúde. Nas condições em que me encontro devia de ter vergonha de dizer que fumo.
Decidi em primeiro lugar que vou entrar para um ginásio e ultrapassar este trauma. Preciso de mesmo de fazer desporto e sentir-me melhor comigo mesma. Toda a gente diz que custa os primeiros dias mas que depois vicia... vou "testar". Mentalizar-me disto já é um passo.
Depois decidi que vou deixar de fumar e isto com a ajuda do desporto e muita força de vontade.
Já repeti "vou deixar de fumar" muitas vezes, tenho consciência disso. Mas agora tenho ainda mais consciência que fumar é uma parvoíce, um vicio estúpido e que vou ser forte para terminar com o mesmo.
(Para além de que fumar, nos tempos de hoje, é um luxo. Cada vez mais caro, até doí a alma!)
Enfim, decidi registar os meus objectivos, porque para uma pessoa pouco forte nestas coisas de "começar/deixar" é importante.
Segunda-Feira é o dia! (Já que a segunda é difícil já por si...)
sábado, 3 de março de 2012
Amor Burguês
Havemos de engordar juntos.
Normalmente, toda a gente está demasiado preocupada em colocar a barra que diz "cliente seguinte", estão ansiosos, nervosos, têm medo que aquele que está à frente lhes leve os iogurtes, têm medo de pagar o fiambre daquele que está atrás. Enquanto não marcam essa divisão, não descansam. Depois, não descansam também, inventam outras maneiras de distrair-se. É por isso que poucos chegam a aperceber-se de que a verdadeira imagem do amor acontece na caixa do supermercado, naqueles minutos em que um está a pôr as compras no tapete rolante e, na outra ponta, o outro está a guardá-las nos sacos.
As canções e os poemas ignoram isto. Repetem campos, montanhas, praias, falésias, jardins, love, love, love, mas esse momento específico, na caixa do supermercado, tão justo e tão certo, é ignorado ostensivamente por todos os cantores e poetas românticos do mundo. Bem sei que há a crueza das lâmpadas fluorescentes, há o barulho das caixas registadoras, pim-pim-pim, há o barulho das moedas a caírem nas gavetas de plástico, há a musiquinha e os altifalantes: responsável da secção de produtos sazonais à caixa 12, responsável da secção de produtos sazonais à caixa 12; mas tudo isso, à volta, num plano secundário, só deveria servir para elevar mais ainda a grandeza nuclear desse momento.
É muito fácil confundir o banal com o precioso quando surgem simultâneos e quase sobrepostos. Essa é uma das mil razões que confirma a necessidade da experiência. Viver é muito diferente de ver viver. Ou seja, quando se está ao longe e se vê um casal na caixa do supermercado a dividir tarefas, há a possibilidade de se ser snob, crítico literário; quando se é parte desse casal, essa possibilidade não existe. Pelas mãos passam-nos as compras que escolhemos uma a uma e os instantes futuros que imaginámos durante essa escolha: quando estivermos a jantar, a tomar o pequeno-almoço, quando estivermos a pôr roupa suja na máquina, quando a outra pessoa estiver a lavar os dentes ou quando estivermos a lavar os dentes juntos, reflectidos pelo mesmo espelho, com a boca cheia de pasta de dentes, a comunicar por palavras de sílabas imperfeitas, como se tivéssemos uma deficiência na fala.
Ter alguém que saiba o pin do nosso cartão multibanco é um descanso na alma. Essa tranquilidade faz falta, abranda a velocidade do tempo para o nosso ritmo pessoal. É incompreensível que ninguém a cante.
As canções e os poemas ignoram tanto acerca do amor. Como se explica, por exemplo, que não falem dos serões a ver televisão no sofá? Não há explicação. O amor também é estar no sofá, tapados pela mesma manta, a ver séries más ou filmes maus. Talvez chova lá fora, talvez faça frio, não importa. O sofá é quentinho e fica mesmo à frente de um aparelho onde passam as séries e os filmes mais parvos que já se fizeram. Daqui a pouco começam as televendas, também servem.
Havemos de engordar juntos.
Estas situações de amor tornam-se claras, quase evidentes, depois de serem perdidas. Quando se teve e se perdeu, a falta de amor é atravessar sozinho os corredores do supermercado: um pão, um pacote de leite, uma embalagem de comida para aquecer no micro-ondas. Não é preciso carro ou cesto, não se justifica, carregam-se as compras nos braços. Depois, como não há vontade de voltar para a casa onde ninguém espera, procura-se durante muito tempo qualquer coisa que não se sabe o que é. Pelo caminho, vai-se comprando e chega-se à fila da caixa a equilibrar uma torre de formas aleatórias.
Quando se teve e se perdeu, a falta de amor é estar sozinho no sofá a mudar constantemente de canal, a ver cenas soltas de séries e filmes e, logo a seguir, a mudar de canal por não ter com quem comentá-las. Ou, pior ainda, é andar ao frio, atravessar a chuva, apenas porque se quer fugir daquele sofá.
E os amigos, quando sabem, não se surpreendem. Reagem como se soubessem desde sempre que tudo ia acabar assim. Ofendem a nossa memória.
Nós acreditávamos.
Havemos de engordar juntos, esse era o nosso sonho. Há alguns anos, depois de perder um sonho assim, pensaria que me restava continuar magro. Agora, neste tempo, acredito que me resta engordar sozinho.
José Luís Peixoto, in revista Visão (Janeiro, 2012)
Normalmente, toda a gente está demasiado preocupada em colocar a barra que diz "cliente seguinte", estão ansiosos, nervosos, têm medo que aquele que está à frente lhes leve os iogurtes, têm medo de pagar o fiambre daquele que está atrás. Enquanto não marcam essa divisão, não descansam. Depois, não descansam também, inventam outras maneiras de distrair-se. É por isso que poucos chegam a aperceber-se de que a verdadeira imagem do amor acontece na caixa do supermercado, naqueles minutos em que um está a pôr as compras no tapete rolante e, na outra ponta, o outro está a guardá-las nos sacos.
As canções e os poemas ignoram isto. Repetem campos, montanhas, praias, falésias, jardins, love, love, love, mas esse momento específico, na caixa do supermercado, tão justo e tão certo, é ignorado ostensivamente por todos os cantores e poetas românticos do mundo. Bem sei que há a crueza das lâmpadas fluorescentes, há o barulho das caixas registadoras, pim-pim-pim, há o barulho das moedas a caírem nas gavetas de plástico, há a musiquinha e os altifalantes: responsável da secção de produtos sazonais à caixa 12, responsável da secção de produtos sazonais à caixa 12; mas tudo isso, à volta, num plano secundário, só deveria servir para elevar mais ainda a grandeza nuclear desse momento.
É muito fácil confundir o banal com o precioso quando surgem simultâneos e quase sobrepostos. Essa é uma das mil razões que confirma a necessidade da experiência. Viver é muito diferente de ver viver. Ou seja, quando se está ao longe e se vê um casal na caixa do supermercado a dividir tarefas, há a possibilidade de se ser snob, crítico literário; quando se é parte desse casal, essa possibilidade não existe. Pelas mãos passam-nos as compras que escolhemos uma a uma e os instantes futuros que imaginámos durante essa escolha: quando estivermos a jantar, a tomar o pequeno-almoço, quando estivermos a pôr roupa suja na máquina, quando a outra pessoa estiver a lavar os dentes ou quando estivermos a lavar os dentes juntos, reflectidos pelo mesmo espelho, com a boca cheia de pasta de dentes, a comunicar por palavras de sílabas imperfeitas, como se tivéssemos uma deficiência na fala.
Ter alguém que saiba o pin do nosso cartão multibanco é um descanso na alma. Essa tranquilidade faz falta, abranda a velocidade do tempo para o nosso ritmo pessoal. É incompreensível que ninguém a cante.
As canções e os poemas ignoram tanto acerca do amor. Como se explica, por exemplo, que não falem dos serões a ver televisão no sofá? Não há explicação. O amor também é estar no sofá, tapados pela mesma manta, a ver séries más ou filmes maus. Talvez chova lá fora, talvez faça frio, não importa. O sofá é quentinho e fica mesmo à frente de um aparelho onde passam as séries e os filmes mais parvos que já se fizeram. Daqui a pouco começam as televendas, também servem.
Havemos de engordar juntos.
Estas situações de amor tornam-se claras, quase evidentes, depois de serem perdidas. Quando se teve e se perdeu, a falta de amor é atravessar sozinho os corredores do supermercado: um pão, um pacote de leite, uma embalagem de comida para aquecer no micro-ondas. Não é preciso carro ou cesto, não se justifica, carregam-se as compras nos braços. Depois, como não há vontade de voltar para a casa onde ninguém espera, procura-se durante muito tempo qualquer coisa que não se sabe o que é. Pelo caminho, vai-se comprando e chega-se à fila da caixa a equilibrar uma torre de formas aleatórias.
Quando se teve e se perdeu, a falta de amor é estar sozinho no sofá a mudar constantemente de canal, a ver cenas soltas de séries e filmes e, logo a seguir, a mudar de canal por não ter com quem comentá-las. Ou, pior ainda, é andar ao frio, atravessar a chuva, apenas porque se quer fugir daquele sofá.
E os amigos, quando sabem, não se surpreendem. Reagem como se soubessem desde sempre que tudo ia acabar assim. Ofendem a nossa memória.
Nós acreditávamos.
Havemos de engordar juntos, esse era o nosso sonho. Há alguns anos, depois de perder um sonho assim, pensaria que me restava continuar magro. Agora, neste tempo, acredito que me resta engordar sozinho.
José Luís Peixoto, in revista Visão (Janeiro, 2012)
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
E hoje, ao ir para um final de tarde preparada para ouvir e aconselhar, deparei-me com uma realidade tão mas tão óbvia... As pessoas nunca estão satisfeitas com o que têm. Querem sempre mais e melhor, e parece que agora está na moda pensar pelos outros.
Um amigo desabafava comigo com um ar desesperado e até descontrolado:
Quis afasta-la. Porque achava que ela merecia melhor. Quando o meu objectivo estava cumprido, percebi que era ela que me fazia feliz, que sou capaz de a fazer feliz e quero-a de volta... Mas ela acabou por me esquecer e até conhecer outra pessoa.
Notei mesmo a tristeza dele nos olhos. O sentimento de perda. O desconforto no corpo. A ansiedade. O nervosismo. O não conseguir pensar em mais nada.
Percebi que por vezes tomamos decisões precipitadas e desnecessárias. E que perder a pessoa que se gosta por parvoíce e por nossa culpa é horrível.
Estive ali a ouvi-lo e quase a sentir a dor dele. Custou-me tanto que ao chegar a casa tive de me deitar, de barriga para cima, a olhar para nada e pensar... pensar que... Bolas! A vida é muito mais que isto!!! Ninguém deveria sofrer tanto. Ninguém devia agir perante impulsos que no dia a seguir passaram de impulso a uma vontade completamente oposta.
Eu não devia estar a sofrer. Quero que a minha vida seja vida! Quero ser feliz. E isso só depende de mim.
Não posso controlar os sentimentos das outras pessoas mas as outras pessoas também não me podem ter como um dado adquirido. Não me podem controlar a mim.
E pensar que o desabafo dele, poderia ser o meu.
E pensar que o desabafo dele, poderia ser o meu.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
É maravilhoso quando conseguimos soltar o nosso medo e
passamos a desfrutar a oportunidade de viver com o coração
aberto, capaz de sentir a textura de cada experiência, no tempo de cada
uma. Sem estarmos enclausurados em nós mesmos, é certo que aumentamos as oportunidades de sentir um monte de coisas, agradáveis ou não, mas o melhor de tudo, é que aumentamos as oportunidades de sentir que estamos vivos.
Podemos demorar muito para perceber o óbvio: o coração fechado já é dor, por natureza, e não garante nada, além de aperto e emoções guardadas.
"Não me prendo a nada que me defina. Sou
companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância, pedra e
coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, preguiça e sono.
Música alta e silêncio. Serei o que quiser, mas só quando eu quiser. Não
me limito. Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que
não quer valer. Suponho que me entender não é uma questão de
inteligência e sim de sentir, de entrar em contacto.. ou toca, ou não
toca!"
sábado, 25 de fevereiro de 2012
A saudade está a entranhar-se em todas as partes do meu corpo.
Talvez não valha a pena esperar. Esperar cria em mim uma ansiedade e descontrolo terrível.
Regredir não faz parte dos meus planos. Sofrer muito menos. Esperar por uma coisa incerta é algo descabido.
Vou, novamente, seguir em frente. Até onde conseguir.
Tomara que neste tempo que irá passar seja forte o suficiente para mais tarde recordar tudo com o mesmo carinho que sinto agora.
Sei que todo o tempo foi tempo ganho. Foram momentos felizes. Foram horas bem passadas. E que tudo o que conversamos foi com toda a sinceridade desta vida. Mas sei que as "sombras", mais cedo ou mais tarde iriam estragar o que era belo. (A felicidade alheia é algo que incomoda!)
Gosto de ti de uma forma diferente. Por tudo e como tudo foi. Gosto demasiado de ti para que consiga aceitar a decisão tão sensata que tomamos. Gosto muito de ti para esquecer-te de um dia para o outro.
Um dia, vou saber se vale a pena deixar-me ser feliz. Se vale a pena ser assim.
Hoje, tive que me agarrar a qualquer coisa. Agarrei-me a mim mesma!
Perdi o bom e o melhor.
Perdi por medo de perder.
Perdi.
Perdemos a noção, deixando andar de uma forma solta, espontânea e natural...
Perdemos a noção que existem sentimentos.
Entreguei-me demais. Mais que tu.
Impossibilidades acabaram por fazer com que tudo terminasse.
Sinto-me sem chão. Sinto-me mal.
E choro descontroladamente, porque só assim liberto a raiva que tenho desta parvoíce que é o não saber o que é melhor. E saber que continuando iria achar que não é suficiente para que haja estabilidade.
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