segunda-feira, 14 de maio de 2012

Há coisas que me magoam sem eu querer. Que podiam passar ao lado mas que é mais forte que eu... Há coisas que eu acho que nunca vou compreender, tolerar, aceitar ou me conformar.
Se os momentos simples e maravilhosos arrepiam, a fração de segundos em que passo de bem para magoada/triste arrepia-me igualmente!

domingo, 13 de maio de 2012

Um Domingo diferente. Um fim de semana especial. Há momentos tão simples e maravilhosos que até arrepiam...

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Tenho que escrever a uma pessoa e para uma pessoa:
Por muito que cada um de nós tente ignorar o facto "o nosso estado de espirito muda consoante se sente o nosso coração" não o podemos fazer.
Sim, estamos bem quando nos sentimos realizadas, sim estamos bem quando tudo nos corre bem. Mas este tudo tem de incluir as coisas do coração.
Por vezes é complicado "separar as águas". é mesmo muito complicado.
Sei também que por vezes a situação em si não é facil e que temos de ter um estomago do tamanho do mundo. Um descernimento enorme e pensar pouco.
Temos que nos deixar levar pelo vento.
Custa muito sentirmo-nos presas alago que parece nem existir, custa muito querer estar com a pessoa, partilhar o mesmo espaço e vida e "não poder". Ou podiamos se nos dessem uma luz. Se explicassem o que vai do outro lado.
Vamos sendo nós acima de tudo, e vamos estar sempre entregues a nós mesmas.
Somos mulheres e como tal somos fortes.
Porque vai chegar a uma altura que tudo vai fazer sentido. Tudo vai valer a pena.

Um beijinho e um sorriso.

terça-feira, 8 de maio de 2012


Tem dias que não sei se vou aguentar. Tem outros que tenho a certeza que sim.
Faz-se um nó na minha cabeça só de pensar nisto. Quando não penso consigo perceber que não me aquece nem arrefece. Quando penso faz-me pensar se vou aguentar.

Não me importo com nada ao mesmo tempo que penso que posso estar a empatar. Ou ao mesmo tempo que me sinto num triângulo não amoroso. Falta muito para que tudo fique resolvido. 
É tarde de mais para fugir. Nem quero, é um facto. 

Confesso que me sinto confusa. Sem saber em que posição me coloco e colocaram.
Confesso que hoje sim senti-me sem saber muito bem "onde estou, quem sou, para o que vim, para o que vou... se fico se fujo".

Mas onde há amor...

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Posso até ser parva, não gosto é que me façam de.

[E fico a dever direitos de autor.]

domingo, 6 de maio de 2012

Tenho saudades de algumas coisas.
Saudades de tempos que já não podem voltar e que agora tenho a certeza que me faziam feliz. Tenho saudades do liceu. Bolas, já se passaram alguns anos, mas parece tudo tão recente.
Tenho saudades das minhas amigas. Do grupo de amigas. Tenho saudades da cumplicidade que existia entre todas ao mesmo tempo que éramos tão diferentes... 
Tenho saudades, de apesar de tudo, não existirem obrigações. Tenho saudades da Associação de Estudantes, a única coisa que levava a sério nessa altura! Tenho saudades, embora uns mais perto que outros, de toda a gente que dela fazia parte. Mas tenho mais saudades de tudo o que vivemos.

Tenho saudades e ainda bem!!

sábado, 5 de maio de 2012

Coisas do coração

Agora, sentada novamente no puff a ouvir Harry Manx e com uma super vontade que o Verão chegue rápido... Sinto saudades! Tantas. E nem passaram vinte e quatro horas. Apercebo-me que estou apaixonada, não só porque sinto saudades no minuto seguinte a deixa-lo, mas também porque envolvida nos braços dele sinto o maior conforto desta vida. Sinto-me segura. E quando, sem querer, penso que tudo pode acabar dá-me uma vontade louca de não o largar. Sinto as borboletas que estão alojadas em mim num enorme turbilhão.
Estou apaixonada não só porque temos uma história mas porque construímos uma história.
Estou apaixonada porque ele olha-me nos olhos e diz-me "és linda" com um sorriso nos lábios e eu perco as forças...
Começo a pensar e algumas conclusões que tiro não são mesmo nada agradáveis.
Costumo dizer que tudo o que faço é porque quero porque a fase das obrigações já foi. Faço tudo o que gosto e que acho que vai valer a pena. Tem dias que faço até o que não gosto assim tanto se souber que vou deixar alguém feliz, e faço de coração.

Não gosto de pessoas ingratas e egoístas e injustas. Não gosto mesmo nada de pessoas mimadas e que lhes sai da boa tudo o que querem e não querem sem pensar o que a pessoa que ouve vai sentir. 
Não gosto mesmo que me façam mal. Que me magoem sem motivo aparente.

Se eu pudesse fazer as coisas de outra forma faria. 

Pode não parecer muitas vezes, mas até tenho sentimentos, sou de carne e osso. Pode não parecer mas sou sensível. Pode também não parecer mas não estou ainda conformada com coisas que aconteceram a minha vida sem eu poder ter voto na matéria, sem eu poder escolher e decidir. Restou-me aceitar.
Ninguém tem culpa disto. Mas eu também não tenho culpa que de um momento para outro me tirassem o chão. De ter que pensar rápido numa solução e em nada pensar. 
Não tenho culpa que neste momento tenha que ficar como estou sem querer estar como estou. Mas também não cobro nada a ninguém por isto. 

Só quero ter a minha vida, à minha medida, da minha forma. E que algum dia possa ser reconhecido. E que não seja reconhecido só quando me for embora... (seja lá o que signifique ir embora) Estou farta que só sinta que me dão valor quando já não estou. Quando desapareço. Quando me ausento. Quando já nada existe. Nem o meu cheiro.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Arrepias-me...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

"Não sou especialmente romântica. Nunca fui não seria agora que iria começar a ser. Mas, felizmente ou infelizmente, ainda há dias em que acordo e vejo tudo cor-de-rosa, recusando-me a ver os tons escuros do dia-a-dia. Dizem-me que é da minha juventude, que com o amadurecer perderei esse dom. Talvez. Muito provavelmente. Mas nos "entretantos" desta vida acelerada, sabe-me bem, ainda que por um dia, ou dois, ou três, ver tudo calmo, limpo, sincero. Ver através de uma paleta de tons claros, onde o amor desenha linhas suaves e a amizade é uma constante, uma espiral, sempre ascendente..."
Gosto dele porque gosto de me sentir como sinto. Gosto dele porque me enche as medidas. Gosto dele porque é inevitável não gostar e dizer que nunca tive parecido. Gosto dele porque é ele quando está comigo e quando está faz-se sentir. Gosto dele porque me toca depois de fazermos amor. Gosto dele porque é ele. Gosto dele porque faz com que goste mais e mais e mais a cada dia que passa.

domingo, 29 de abril de 2012


E então um dia, percebo que sim, aquilo, ainda me afecta, mas não a ponto de fazer-me sofrer como antes...  A dor é diferente. Sinto um desconforto, uma picada de agulha, mas que passa se desviar o pensamento e concentrar-me noutra coisa. Faz-me ter a certeza que sou totalmente indiferente a essa lembrança. 
Haverá apenas mais um pensamento insignificante entre tantos outros, uma experiência a mais na minha vida que me tornou mais forte e... sábia.

Aquilo já foi. E nunca mais vai voltar a ser. 
Eu sempre guardei nas palavras os meus desencontros.
Daqueles...

#1 Selo

Na verdade, "neste mundo" dos blogs, nunca tinha ouvido falar em "selos" uma espécie de missão que se dá a vários blogs à escolha. (foi o que percebi em relação a isto...) Como existe uma primeira vez para tudo e a Margarida do blog "Pedaços de Amor" assim decidiu... Vou dar resposta a este selo :)
Obrigada!

Devo então:

Confessar 5 factos aleatórios sobre mim:

1. Não gosto do Domingo à noite.
2. Gostava de terminar o "meu" curso de psicologia;
3. Escrevo no blog como se ninguém fosse ler, são os desabafos mais sinceros;
4. Gosto, e tenho sempre, de me sentir confortável;
5. Gosto de ser mimada no momento certo na hora certa.


Devo ainda escolher 5 blogs com menos de 200 seguidores para oferecer o selo e o desafio e os escolhidos são:

1. As arritmias do meu ser
2. Suspiros à Solta
3. As palavras que nunca (me) direi
4. Moleskine Virtual
5. Coisas da Barriguita

quinta-feira, 26 de abril de 2012

E se fossemos ali, ser felizes mais um bocadinho?
Ali onde o cantinho é nosso. Onde tudo parece que não acaba. Onde o tempo pára. Onde parecemos personagens saídas de um conto. 
Ali onde me fazes sentir eu. Onde o Sol brilha mesmo que esteja nublado. 

E se fossemos ali... Onde somos felizes?!
Como é possível o tempo ter tanta influência no meu estado de espírito?
Bolas! Será normal?
Não consigo deixar de sentir o que estou a sentir...

Há coisa de três noites que não paro de ter pesadelos. Espero acordar com Sol para me sentir nova e em vez disso está esta escuridão que me assombra os pensamentos.

Estou um bocado farta de certas coisas é um facto. E acho que é isso que me faz deprimir mais...
Acho que certas pessoas perderam noção do ridículo. E outras tantas andam a ver com o que podem levar. Dá-me medo e repugna-me.

Sei que muitas vezes vencemos se formos fortes, mas podemos ser tão forte que recusamo-nos a passar por certas coisas. E por certas coisas outra vez!

Espero o Sol de amanhã...

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Quase sempre achamos que "ainda não é o momento" quando já estamos precisamente nesse momento. 

[Depois, já não há volta a dar. E gosta-se! Gosta-se com gosto!]

terça-feira, 24 de abril de 2012

Quem sabe se te esqueci
Ou se te quero
Quem sabe até se é por ti
que eu tanto espero.
Se gosto ou não afinal
Isso é comigo,
Mesmo que penses
Que me convences
Nada te digo.


Nem às paredes confesso.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Hoje gostava de me sentir em casa. Na minha casa.
Há muito que não tenho a sensação de estar numa casa minha...
Hoje gostava de ter saído do trabalho e ter tido aquela sensação que se tem à sexta-feira. Aquela que nos alivia a alma, aquela que nos diz "estás quase a chegar à tua casa".

O meu canto. O meu canto com mais alguém. 
Sem perguntas, sem horas, sem pressas nem pressões, sem comer ou comer quando apetecer. 

O meu canto... e de mais alguém!

quinta-feira, 19 de abril de 2012


Modo:

Vida, conta-me uma história...
I just had an epiphany...