quarta-feira, 4 de julho de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012

Voltei aquelas típicas noites em que escrevia sem parar, sem comer, sem dormir. Voltei à seca "do costume".
Voltei a sentir coisas que já não sentia à muito tempo. Já diz o ditado, coração que não vê coração que não sente. Tenho por vezes, medo de ser mal interpretada nestes meus pensamentos um pouco confusos, opostos e até bipolares. Mas no fundo não escrevo para ser interpretada mesmo. Escrevo em forma de desabafo.
Sou mulher, considero-me como todas as outras uma mulher complicada. Muito complicada. Mas sempre tentei ser o menos complicado possível perante as outras pessoas. Sempre achei que não havia necessidade de mostrar o meu lado complicado quando eu só complicava quando estava sozinha e nos meus pensamentos (e mesmo assim quando tenho pouco que fazer). Mas hoje, e sim o dia todo, senti-me a típica mulher complicada. Complicada de pensamentos, complicada de sentimentos. Complicada por ser mulher.

Sei perfeitamente que quando entro neste estado, alguém o causou. E eu sei quem. Odeio pessoas com ar superior. Odeio que me façam sentir uma coisa que eu não sou. Odeio ser tão fraquinha de cérebro que me coloco logo nesta posição de "mulher à beira de uma crise depressiva".
Odeio colocar os outros em posições chatas e assim do nada, sem perceberem bem o que se passa comigo e talvez a pensar que estão perante um estado de loucura. Afasto-me. Peço para estar sozinha. Quando no fundo é tudo o que menos preciso.

Parva.

E choro.

Gostava de escrever algo agradável… Mas quando me vem à cabeça perus inchados e galinhas depenadas, só me apetece gritar.

Crise existencial.
Fraca!
Lembre-se: felicidade é uma viagem, não um destino.
Um dia conto a história de duas histórias. 

Hoje é o dia.

domingo, 1 de julho de 2012

Preciso de falar. Outra vez.
Tenho a sorte de ter alguém ao meu lado que me lê nas entrelinhas, ou talvez "as minhas linhas".
Porque é bom poder falar do que me aflige, do que magoa, o que me bloqueia o cerebro...

É bom senti-lo por perto, e sentir que me compreende.
Fiquei outra, fiquei diferente.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Sinto que falta qualquer coisa. Sinto que me falta qualquer coisa. Por vezes parece que nada é real, outras que tudo ficou estagnado. Outras que é real e existe evoluções que fazem as pernas tremer o coração quase saltar pela boca e os olhos brilharem tanto que fazem transparecer toda a felicidade existente.
Parece um ir e vir do mesmo com acontecimentos exteriores. Parece que uns dias estou preparada outros não. Que estás preparado… outros não.
Que não fomos forçados nunca a nada e por isso parecer tudo tão… irreal?!!

 
O que falta? Será…  parar de pensar?
Nada acontece por acaso. Mas este "acaso" é muito relativo!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Preciso de falar.
Não sei se poderei falar acerca disto com alguém... mas preciso de dizer que apesar de me sentir feliz por vários motivos e felizmente ter estes motivos para o ser. Sinto que há alguma coisa que me falta fazer para que possa relaxar o cérebro para sempre.

Há algo que está pendente. Sei que o melhor seria ficar quieta. Talvez opte mesmo por ficar quieta, mas sei que se dissesse/despejasse tudo o que me está entalado seria muito mais tranquilizante para mim.
Sei que as pessoas que tem de ouvir o que tenho para dizer, vão interpretar mal e da pior forma. Vão achar que é dar importância. Mas não, não é dar importância a quem tem de ouvir, mas sim a mim!! À minha pessoa que não merece estar com coisas entaladas. Isto está a fazer-me mal. Ando às voltas na cama, não consigo dormir... e se me sinto feliz com a vida que tenho não é algo do passado que vai interferir e deixar-me a mente num turbilhão de pensamentos...

O que faço?
Não sei. Talvez conformar-me à ideia que já passou algum tempo e que este tempo é suficiente para parecer ridículo eu dizer uma palavra que seja!

Conclusão, nunca deixar nada por dizer, mais tarde, perde efeito.

Desabafo.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

E parei. E pensei. E eu odeio pensar.
"Por todas as razões e mais uma. Esta é a resposta que costumo dar-te quando me perguntas por que razão te amo. Porque nunca existe apenas uma razão para amar alguém. Porque não pode haver nem há só uma razão para te amar.
 
Amo-te porque me fascinas e porque me libertas e porque fazes sentir-me bem. E porque me surpreendes e porque me sufocas e porque enches a minha alma de mar e o meu espírito de sol e o meu corpo de fadiga. E porque me confundes e porque me enfureces e porque me iluminas e porque me deslumbras.
 
Amo-te porque quero amar-te e porque tenho necessidade de te amar e porque amar-te é uma aventura. Amo-te porque sim mas também porque não e, quem sabe, porque talvez. E por todas as razões que sei e pelas que não sei e por aquelas que nunca virei a conhecer. E porque te conheço e porque me conheço. E porque te adivinho. Estas são todas as razões.
Mas há mais uma: porque não pode existir outra como tu."

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Em Porto Corvo, na vitrine de um café...





"... Tu és aquela que acrescenta sonhos
aos sonhos de muita gente, és a que
propõe esperança aos corações cansados,
és a que empresta graça e leveza."


terça-feira, 19 de junho de 2012

“A harmonia é puro amor, porque o amor é o completo entendimento.”

domingo, 10 de junho de 2012

Finalmente de férias!

sábado, 9 de junho de 2012

E não consigo adormecer...
Filmes e mais filmes neste cérebro!
Não gosto de ser desconfiada. Não gosto mesmo! Mas pior do que não gostar de desconfiar, é verificar que o que eu desconfiava é realidade.
Inquieta. Ainda mais inquieta! Detesto sentir isto.
Gostava de me sentir confiante mas parece que falta qualquer coisa. Estou-me a deixar levar demais mais uma vez, será?
O apego é o desassossego!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Sinto-me, ainda, um pouco inquieta.

Estou mesmo a precisar de umas férias para relaxar o cérebro e não pensar em nada. Para não ouvir mesquinhices, cusquices, para não ter de pensar em horas, para me desligar do mundo e fazer só o que me apetece!

Detalhe de hoje.




terça-feira, 5 de junho de 2012

Inquieta...

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Vale a pena querer. Vale a pena crer. Vale a pena viver !!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Porque quando se aproxima a data do meu aniversário, é sempre a mesma coisa. Mais um ano de idade. Mais um ano de vida. Mais uma viragem!
Porque me faz pensar muito e isso faz-me mal. Porque confesso ter algumas frustrações e ainda não ter dado o passo para as resolver.
Porque começo a deprimir, porque começo com uma vontade louca de chorar, de não parar quieta num sitio, de estar sozinha e com toda a gente.
Porque sou (ou estou!) extremamente complicada e confusa. Mas por vezes tão simples que ninguém percebe.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Dia em que a crise existencial atacou-me forte! Foi um dia com muita informação. Muita coisa a acontecer!
É daqueles dias que apetece desistir de tudo e todos!!

[E a noite de ontem que foi tão agradável! Terei de partilhar num dia em que reine a boa disposição!]

Preciso de um retiro. Acho que por agora a minha cama e almofada vão ser a solução...